Mudanças Climáticas I: classificação.

por Léo Quintino Email

Por Ronaldo Vasconcellos*:

Vamos lançar um indicador – as emissões per capta – para demonstrar a ainda reduzida contribuição corrente do Brasil ao problema, comparativamente a outras economias desenvolvidas e emergentes no mundo:

1° lugar) EUA: 17,9t CO2/hab.
2° lugar) Japão: 8,9t CO2/hab.
3° lugar) Europa: 8,1t CO2/hab.
4° lugar) China: 2.2t CO2/hab.
5° lugar) Brasil: 1,5t CO2/hab.
6° lugar) India: 0,9t CO2/hab.

Mudanças Climáticas II: o compromisso do Brasil.

O Brasil tem feito, razoavelmente, sua parte na mitigação da mudança do clima e está determinado e engajado a fazer mais, aproveitando plenamente sua capacidade nacional, no âmbito de um esforço global de combate à mudança do clima (Fonte: MMA).

Mudanças Climáticas III: o PNMC.

O Plano Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC, lançado recentemente pelo Presidente da República, é um plano dinâmico, obra em progresso, a ser reavaliado constantemente para que possa ser implementado em consonância com os desejos e desígnios da sociedade brasileira: versão completa do Plano em www.mma.gov.br

Mudanças Climáticas IV: uma ação importante.

Etanol – fomento à indústria para alcançar um aumento médio anual de consumo de 11% nos próximos 10 anos. Produzido a partir de uma lavoura estabelecida em áreas definidas pelo Programa de Zoneamento da Cana-de-Açúcar, em fase de implementação, deverá evitar a emissão de 508 milhões de tCO2 no período.

Mudanças Climáticas V: outra ação importante.

Resíduos Sólidos Urbanos – aumento da reciclagem em 20% até 2015.

Cabe-nos, sociedade belorizontina, agir para cumprir a nossa parte no Plano Nacional sobre Mudanças Clima.

Dicionário I: Autóctone.

Termo que significa “nativo”, usado principalmente para designar espécies da flora e da fauna cujo hábitat, pelo que se conhece, não apresenta variações. Empregado em outras áreas de conhecimento para qualificar aquilo que se forma ou ocorre no lugar considerado.

Dicionário II: Aeróbio # Anaeróbio.

Aeróbios são organismos para os quais o oxigênio livre no ar é imprescindível à vida. Os Anaeróbios, ao contrário, não requerem ar ou oxigênio livre para se manter a vida: aqueles que vivem somente na total ausência do oxigênio livre são os anaeróbios estritos ou obrigatórios; os que vivem tanto na ausência quanto na presença de oxigênio livre são anaeróbios facultativos. “Aeróbio-diz-se de um organismo que não pode viver em ausência de oxigênio”.

Eliane Cantanhede: Até debaixo d’água.

“A tragédia que afunda Santa Catarina em água, lama e uma centena de mortes não é uma gestão política, nem de gerência, é um alerta da “Mãe Natureza”. Está na hora de parar de achar que esse tal de aquecimento global e essa tal de mudança climática são devaneios de lunáticos que não tem o que fazer”.

Fernando Gabeira: o futuro das chuvas.

“Metrópoles como Londres acreditam na possibilidade dessas mudanças. Têm estrutura e autoridade designada para realizar o que os debates internacionais recomendam diante do futuro: adaptação”.

Enfim, uma notícia boa.

Reaberto (05 de dezembro, sexta feira passada) o presépio ecológico de topiaria da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte. Em tempo, topiaria é a arte de adornar os jardins dando a uma planta ou grupos de plantas configurações diversas. No caso as configurações são de animais, dos reis magos e de um presépio. Vá visitá-lo. Bola Verde!

*Ronaldo é Professor universitário, engenheiro eletricista, vice-prefeito de Belo Horizonte, coordenador do Comitê Municipal de Mudanças Climáticas e Ecoeficiência e ambientalista. E-mail: ambito@terra.com.br - www.ambitoconsultoria.com.br

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